Autor: Godoy

O FUTURO CHEGOU

Razões há para ficarmos esperançosos. Examinemos o cenário: inflação baixa e sob controle, Selic em queda, diminuição do desemprego, redução da criminalidade, safra recorde, queda de juros nos EUA e Europa, alianças com países vencedores ( acordo do Mercosul com EU, a caminho de ser aliado extra-OTAN e integrante da OCDE). Isto cria um ambiente favorável para que investimentos externos aportem no Brasil. Empresários brasileiros também terão que investir, pois não mais conseguirão elevados rendimentos com a ciranda financeira. O governo vem cumprindo a agenda prometida: reforma da previdência, aprovação da MP da Liberdade Econômica, iniciativas para a desburocratização, redução do tamanho do Estado e seu desejado desaparelhamento, privatizações e concessões em andamento. Muito ainda por vir, como reforma tributária, pacote anticrime, entre outros. A grande mídia não dá destaque a esses fatos, pois continua infiltrada. Além disso, empresários do setor estão esperneando por terem perdido as verbas publicitárias. De fato, não tem o menor sentido governantes alardearem suas realizações. Não é mais do que obrigação executar os projetos necessários ao desenvolvimento do País. À mídia caberia informar os resultados alcançados, como prestação de serviços à população. Quanto às Estatais, tem sentido a Petrobras anunciar seus produtos? Tem o monopólio. A CEMIG, p.ex., precisa divulgar os seus serviços? Há algum concorrente em MG? Na realidade, estas empresas deveriam ser pressionadas a melhorar sua atuação. Empresas de telefonia, p.ex., precisam...

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A GESTÃO NO BRASIL

O livro A Gestão no Brasil, 2ª. edição, de autoria do Prof. Carlos Bottrel Coutinho, apresenta uma excelente síntese do que foi o movimento no País. Se fossem narrados os fatos da implementação da gestão nas organizações, teríamos muitos volumes. Foi uma epopeia, história de superação de resistências e de sucessos incontáveis. A implementação da GIDE- Gestão Integrada da Educação, p.ex., idealizada por Maria Helena Godoy, foi e tem sido uma grande aventura, com enormes obstáculos e também com significativos resultados, uma história distinta que merece ser contada à parte. Se houvesse reconhecimento de mérito no País, o que foi sequencialmente feito pela FCO-Fundação Christiano Ottoni/UFMG, FDG-Fundação de Desenvolvimento Gerencial e INDG-Instituto de Desenvolvimento Gerencial seria considerado uma obra extraordinária, sem precedentes, um verdadeiro legado para o Brasil. No início da década de 80, o que existia era irrisório. Hoje há vasto conhecimento disponível e grande número de pessoas competentes que dominam o sistema de gestão e ferramentas gerenciais, graças aos livros textos produzidos, 33 missões técnicas ao Japão e 4 aos EUA, difusão do conhecimento por especialistas estrangeiros, nossos parceiros da JUSE-União de Cientistas e Engenheiros Japoneses , e pela nossa legião de instrutores e consultores. Isso, por meio de congressos, seminários, centenas de cursos abertos e in company e milhares de sessões de assistência técnica para implementação da gestão nas organizações, industriais e de serviços, do setor...

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TEMPOS INIGMÁTICOS

Fica difícil desvendar e relatar o que se passa em Brasília. A maioria da população reconhece que o momento é de extrema gravidade, que o País está a beira da falência. As reformas são necessárias para dar o mínimo de segurança a investidores que aqui se aventurarem a aportar recursos em concessões, privatizações e investimentos de outras naturezas. Quando se faz uma análise da situação brasileira, constata-se que estamos defasados em muitas setores, a infraestrutura é sofrível, a produtividade é muito baixa, educação e saúde em níveis inaceitáveis, a segurança precária, o custo Brasil elevadíssimo. A degeneração dos últimos anos é visível, demonstrando que quase tudo está por ser feito ou recuperado. No entanto, a Babel brasiliense é lastimável. Congressistas, que supostamente integram partidos que dariam sustentação ao governo, buscam um protagonismo injustificado. Questões que deveriam ser encampadas de imediato passam a ser questionadas, dando a entender que o Executivo precisaria suplicar aos excelentíssimos representantes do povo por apoio. Devem ser reverenciados, bajulados, reconhecidos e gratificados com benesses. Quanto à oposição, não há como medir palavras para definir a atuação de tais integrantes. A ideologia mata qualquer sentimento de patriotismo que pudesse contribuir para salvar o País. Há uma incapacidade total em fazer um mea-culpa e reconhecer que a responsabilidade pelo buraco em que nos encontramos se deve aos últimos governos dos quais a oposição fazia parte. Além do...

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FDG-FUNDAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL SOB NOVO COMANDO

A Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG) tem novo Presidente Executivo, a partir de maio/2019. O cargo passa a ser ocupado por mim. Sou co-instituidor da FDG ( criada em 1997), co-fundador e sócio do INDG (período 2003-2011) e, atualmente, Presidente do Conselho de Administração do Grupo Aquila de Gestão.  A minha experiência de quase 40 anos em cargos executivos – grande parte desse período em organizações dedicadas à consultoria gerencial –, será colocada à disposição da FDG, que se dedica a projetos sociais de consultoria em gestão na área da educação. Em seus mais de 20 anos de história, a FDG contribuiu para a melhoria dos indicadores de resultados de redes de ensino públicas municipais e estaduais, bem como de instituições privadas. O sistema GIDE-Gestão Integrada da Educação,  utilizado pela FDG, já foi implementado em 11 estados, em mais de 6 mil escolas, beneficiando cerca de 4 milhões de estudantes.  Minha grande bandeira é a Educação e pretendo expandir a atuação da FDG, de modo a propiciar a melhoria dos resultados de IDEB no...

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BRASIL SEM RUMO?

Recentemente, FHC afirmou que o governo está sem rumo. Qual foi o rumo  dos 8 anos do seu governo? A precária situação pelo País o ditaram. O grande feito foi o Plano Real de estabilização da moeda. Concebido por um grupo de economistas, a implementação teve início no governo Itamar Franco, sendo FHC  ministro da Economia. Coube a Pedro Malan e Gustavo Franco consolidar o citado Plano. A aprovação da LRF foi  indispensável para a não aumentar o rombo nas contas públicas. Por absoluta falta de recursos para investimentos em determinadas áreas, privatizaram-se as estatais da siderurgia  e de telecomunicações. A siderurgia naufragou,  tornando-se, pelo custo Brasil, pouco competitiva. As teles não são uma maravilha, mas não fosse a privatização estaríamos na idade da pedra. O governo FHC começou a deteriorar-se quando negocioua reeleição. Como grande intelectual de esquerda,  FHC é um dos responsáveis pela duração do petismo por tanto tempo no poder, ocasionando um grande mal ao País. Foi um grande avalista do chavismo.  Não estaria na hora de ele ficar calado? No momento, encontramo-nos à beira do abismo, rumo à falência. O novo governo assume e enfrenta uma crise colossal: dívida astronômica, desequilíbrio fiscal sistêmico, milhões de desempregados,  estados  falidos sem recursos para o próprio custeio. Sem recursos para investimentos, como crescer a economia? Então, os rumos deste governo estão traçados: lutar contra a catástrofe fiscal. A Reforma da Previdência e combate à criminalidade podem gerar um clima de...

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