Autor: José Martins de Godoy

DESRESPEITO AO SER HUMANO

Se houvesse concórdia (significa: com o coração) no enfrentamento do coronavírus, as posturas e ações teriam sido diferentes. Desde o começo, a pandemia foi usada politicamente. Como o vírus chegou ao Brasil depois de muitas vítimas em muitos países , algumas lições  poderiam ter sido aplicadas. Porém, políticos picaretas, oportunistas e inescrupulosos, para não cancelar o carnaval, p.ex., afirmaram, em alto e bom tom,  que o vírus não resistiria ao nosso clima quente.  Quando o vírus se espalhou, o Ministro da Saúde  recomendou só procurar tratamento se houvesse falta de ar.  Ora, nesse estágio os pulmões já estavam comprometidos. No início, foi justificável o lockdown para se compreender melhor como a população brasileira reagiria ao vírus. Também para que hospitais se preparassem para receber os pacientes infectados. Quando se constatou que pessoas idosas e portadoras de comorbidades (obesidade, insuficiência renal, cardiopatias, diabetes, Parkinson, Alzheimer, etc) eram mais susceptíveis ao vírus, poderia, naquela altura, ter sido feita uma flexibilização e  uma campanha educativa para o isolamento vertical dos vulneráveis.  Porém,  defensores do caos e do quanto pior melhor, políticos desejosos de que a economia do País entrasse em colapso e isso fosse debitado aos atuais governantes, viram aí uma chance de sucesso nas próximas eleições e defenderam arduamente a continuidade do lockdown. Com a desculpa de salvar vidas, a exterminação de empresas e de empregos passou a ser um fator...

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O IMPÉRIO DOS INTERESSES

Neste País o interesse coletivo não prevalece. Há políticos que a trabalham basicamente pensando nas suas reeleições. Projetos de maior envergadura, para o benefício da nação, muitas vezes impopulares, nunca são priorizados. Além disso, durante anos, funcionou o nós e eles, o fomento da divisão de cunho ideológico e oportunista.  Ao nós se juntou agora o grupo dos que tiveram os privilégios suprimidos. Este grupão é contra tudo; se o governo fala A, eles falam B, C, D, e assim por diante. Assim, as ideias e propósitos do Ministro Paulo Guedes são legítimos, os fundamentos são corretos, mas como transformar tudo isto em realidade? A redução do tamanho do Estado permanece como objetivo do Ministro. A redução da taxa de juros e controle da inflação sempre foram reivindicados pela sociedade, principalmente por órgãos de classe e empresários. E o que temos agora? Críticos de plantão, metidos a especialistas, que afirmam que o Ministro ainda não mostrou a que veio. É como o se o Executivo tivesse o poder absoluto de realizar todos os seus projetos. Rodrigo Maia engavetou a maioria das propostas do governo. O STF se mete a legislar. Por meio de conhecidos ministros militantes de oposição, determinou a submissão das privatizações ao Congresso, p.ex., o que significa: vamos sustar a iniciativa. O Secretário especial que tentou realizar as privatizações já pediu há muito o boné. Como produzir...

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GESTÃO PELA APRENDIZAGEM, SEEMG/FDG

O Governador de Minas Gerias, Romeu Zema, e a Secretária da Educação, Júlia Sant’Anna, têm o firme propósito de melhorar a Educação do Estado. A Secretaria de Educação de Minas Gerais realizou, no dia 11 de outubro, na Cidade Administrativa, o lançamento da ampliação do Programa “Gestão pela Aprendizagem”, que será conduzido em parceria com a FDG – Fundação de Desenvolvimento Gerencial, organização especializada em gestão educacional.  Ao todo, o programa beneficiará 100.000 estudantes e 9.500 profissionais de educação de 17 superintendências. O evento contou com a participação do Governador de Minas Gerais, Romeu Zema, da Secretária de Educação Júlia Sant’Anna, e autoridades convidadas. A FDG foi representada por seu co-instituidor e Presidente Executivo, Prof. José Martins de Godoy, além de seus Conselheiros.  O objetivo do programa é contribuir para que as escolas atendidas elevem os seus índices de desempenho escolar, como o IDEB e SIMAVE, por meio da melhoria de aprendizagem de seus alunos, aumentando assim a taxa de aprovação e da redução abandono escolar. Isto se dará por meio da aplicação de um sistema de gestão próprio da Fundação. “O sistema de gestão foi criado há 18 anos e vem sendo aprimorado continuamente. Ele funciona porque é simples, científico, focado em resultados, e fala a língua da escola”, destaca a Profa. Maria Helena Godoy, Diretora Técnica da FDG e idealizadora da GIDE Avançada. O que é a GIDE...

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A Mochila e o 5S – Nova Edição

É providencial o lançamento de uma nova edição do livro “A MOCHILA E O 5S”. Nunca foi tão necessário, nos nossos dias, praticar os ensinamentos prescritos neste sistema. É um reforço ao exercício da cidadania. Seria desejável que os conceitos fossem difundidos intensamente, principalmente na Educação, formando as novas gerações. O livro está a venda na Editora...

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UM NOVO TEMPO

Tenho as melhores expectativas em relação ao novo governo. Reconheço que as dificuldades são enormes, principalmente o desequilíbrio das contas públicas. Como chegamos a uma situação de extrema gravidade com déficit na área federal e dívida crescente, com muitos estados e maioria dos municípios literalmente falidos, a reforma da previdência deverá ser aprovada, uma vez que é a principal sangria do erário. Serão entraves: o Congresso, pois há muitos eleitos vinculados ao esquema anterior e antigos devotos da prática do toma lá, dá cá; Movimentos ditos sociais e segmentos corporativos que lutarão para manter o status quo e privilégios. Estes entraves terão que ser superados. É claro que a redução de gastos que será conseguida com a reforma, com o enxugamento da máquina pública e do desaparelhamento do Estado, além da eliminação de gastos supérfluos, não será suficiente para sanear as finanças do País. É preciso buscar crescimento econômico expressivo para recuperar emprego e renda. Empregos acarretam geração de tributos, assim como a renda, pela possibilidade do aumento do consumo. Tem-se, então, o efeito virtuoso da elevação da arrecadação, com consequente benefício para todas as esferas federal, estadual e municipal. Como não temos poupança interna significativa para investir no crescimento, dependemos de recursos externos para incrementar atividades industriais e de serviços, e até mesmo da agroindústria. São também extremamente importantes para viabilizar as privatizações e concessões. Isto será conseguido...

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