Autor: José Martins de Godoy

UM MOVIMENTO VIRTUOSO

No âmbito do Programa Gestão pela Aprendizagem/SEEMG, a FDG-Fundação de Desenvolvimento Gerencial está assistindo o ensino fundamental, em 1009 escolas, por meio da implementação da GIDE Avançada- Gestão Integrada da Educação. O objetivo é a melhoria dos resultados do ensino-aprendizagem, que deve ser o foco principal das escolas. A participação da FDG tornou-se possível graças a uma conjugação favorável de fatores: a Secretária Júlia Sant’Anna participou do nosso trabalho no RJ (ela fazia parte da equipe da SEE), quando atuamos no Estado em 2011, e produzimos ótimos resultados; devido ao firme propósito da Secretária e do Gov. Romeu Zema de melhorar os resultados da educação em MG, estabeleceu-se uma Parceria extremamente exitosa.  A FDG tinha uma trajetória de 20 anos, com atuação em 10 Estados, beneficiando cerca de 6 milhões de estudantes e capacitando 6000 dirigentes e docentes; deixou ótimos resultados que permanecem, até hoje, em alguns Estados. Porém, nunca tivera a oportunidade de fazer um trabalho mais abrangente em MG, apesar de tentativas com governantes anteriores.  De agosto/19 a abril/21, a FDG pôde contribuir de forma eficaz para condução e melhoria do ensino, inclusive na modalidade remota, como foi constatado pela pesquisa da FGV-Fundação Getúlio Vargas, em que MG teve um posição de destaque no ensino remoto. Resultados, depoimentos, reconhecimentos estão registrados no site www.fdg.org.br. Constatam-se o zelo, o engajamento e o entusiasmo dos dirigentes e docentes das escolas envolvidas no cumprimento dos...

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EM BUSCA DO “IMPOSSÍVEL”

Na edição no. 244,  foi publicado artigo de Rodrigo Godoy, intitulado “A pandemia ensina”. Abordou-se o poder atual de ação/reação da espécie humana frente a problemas de grande magnitude, como a COVID-19. De fato, quando a humanidade decide canalizar energia para solucionar problemas, o “impossível” acontece. Hoje, já temos um rol de imunizantes  em utilização e uma rede de tratamento em consolidação mundo afora, que nos dão esperança de uma solução definitiva. Precisamos absorver as lições oferecidas pela pandemia e agirmos com a mesma intensidade em outros problemas sociais que se arrastam há décadas. Em 2015, a ONU propôs um pacto global priorizando dezessete “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para 2030”. É um conjunto importante de problemas com o qual as lideranças não podem mais contemporizar. Um desses objetivos é a educação de qualidade. Muito antes do pacto global da ONU (na verdade, desde a década de 80), decidi me engajar no compromisso com a educação no Brasil, principalmente com a educação básica. É sabido que nossos índices educacionais são desastrosos, inclusive em comparação com outros países de menos relevância e recursos. Compreendemos que o problema é de grande magnitude, mas suas causas são básicas e contornáveis com ações simples, mas de grande impacto. Em escolas, redes municipais e estaduais onde conseguimos implementá-las, o resultado – aqui compreendido como o nível de aprendizagem dos alunos, verdadeira razão de existir do...

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A PANDEMIA ENSINA

Autoria de Rodrigo Coelho de Godoy Em dezembro de 2018, participei no Vale do Silício de um programa executivo junto a oitenta líderes de  vinte países. Aqueles dias me proporcionaram uma mudança radical de visão de futuro do mundo. A constatação mais instigante – e assustadora para muitos – foi que a espécie humana evoluirá mais em 100 anos do que evoluiu nos últimos 20.000 anos. Para comprovar tal afirmação, os especialistas correlacionaram as inovações que historicamente mudaram a humanidade (imprensa, energia elétrica, automóvel, aviação, etc.) e o intervalo de tempo entre elas. Torna-se inegável que o ritmo de transformação atual é exponencial. As inovações  são cada vez mais recorrentes e cumulativas, sobretudo impulsionadas pela revolução digital. Em meados de 2020, quando a OMS declarou a pandemia, meu sentimento inicial foi de que algo naquele futuro promissor havia “desandado”. Fomos confrontados com nossa fragilidade, à mercê de um novo e devastador vírus. Frente à triste mazela, o que estamos vendo é mais uma prova de que a humanidade possui hoje um poder de ação/reação “turbinado”. Pouco mais de um ano após a primeira contaminação, temos no mundo, não uma, mas quase uma dezena de imunizantes já desenvolvidos e em utilização. Ainda que experimentais, a maioria deles mostra um perfil de imunização satisfatório, amparado pelos resultados parciais, com efeitos colaterais isolados. Também merece destaque a evolução dos protocolos e a...

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O IMPÉRIO DO MAL

Deus criou um anjo poderoso e inteligente, denominado  Lúcifer, que era muito bom e tinha livre arbítrio. Dominado pela soberba, pretendendo ser igual a Deus, liderou uma revolta contra o seu Criador. Foi banido ao inferno. É conhecido com diabo ou satanás, a encarnação do mal, o pai da mentira, da sedução, da divisão, cujo o único propósito é levar as pessoas para o inferno. Seria o seu triunfo contra o Criador, uma vez que Deus, misericórdia infinita, quer nos salvar.  Sempre age por meio de terceiros para corromper as criaturas. Pela serpente seduziu os nossos pais, Adão e Eva, afirmando que eles também seriam deuses. A soberba os dominou e o pecado  entrou no mundo. O que está acontecendo no Brasil certamente é obra do maligno, por meio de terceiros.  O “Divisor” trabalha com afinco, aproveitando-se da pandemia,  para disseminar a discórdia e o mal, apostando no dissenso. Muitas pessoas, nutridas pelos seus interesses, defendem posições absurdas. Políticos oportunistas e inescrupulosos,  para terem cacifes nas próximas eleições, criticam quaisquer inciativas, pois querem o caos. A mídia, decadente e falida, incentiva as divergências, buscando recuperar privilégios.  P.ex., com relação à vacinação, o País está entre os que mais vacinam. Porém, os críticos afirmam que o Brasil mostra-se negligente neste quesito. Cientistas,  assim se intitulam,  e sem uma visão global principalmente da  economia, defendem o lockdown  para controlar a pandemia....

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INGERÊNCIAS INDEVIDAS

Prometi não mais comprar ações da Petrobras, pois  na administração petista tive um prejuízo significativo. Não especulo, adquiro ações numa visão de longo prazo, mas as da Petrobras foram vendidas  por  valor irrisório, mostrando a minha insatisfação  com a Empresa, sua condução e  seus resultados. Recentemente,  minha consultoria financeira  indicou-me a aquisição de ações da Empresa, afirmando que seria uma emissão com  deságio, teria  valorização imediata e que eu poderia vender com um bom lucro, em pouco tempo.  Petrobras de novo, vou quebrar a promessa? Resolvi arriscar e embarquei.  A Empresa é muito sensível,  pois está sujeita a turbulências internas e fora do País. Eis que surge um disputa entre a Rússia e Arábia Saudita sobre o volume de produção de petróleo; de novo, uma forte queda no valor das ações.  Cessada a disputa, houve recuperação lenta, aproximando-se do valor que eu havia adquirido. Recentemente, com a decisão do Presidente da República de substituir o presidente da Empresa, houve mais uma turbulência e  as ações registraram forte queda. A razão disso se deve, em parte, à mídia decadente, agora sem  publicidade oficial, que divulga informações imprecisas, procurando tumultuar  e comprometer a  Administração Federal.  Ora, a União é acionista majoritária da Empresa e pode e deve substituir gestores quando julgar conveniente. A  administração da Petrobras que ora termina  faz uma boa gestão, recuperando-a do caos em que se  encontrava. Consta...

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